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Lista Completa da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais RENAME

Lista Completa da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME 2022

Você sabe o que é RENAME? Conhecer a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais é fundamental para os profissionais da saúde que atuam no setor público e privado, pois essa listagem do Ministério da Saúde norteia as políticas do país em relação à atenção a saúde.

Então, para você entender melhor sobre essa relação de medicamentos, trouxemos nesse texto o que é RENAME e qual a importância dos profissionais de saúde conhecerem esse documento. Continuei a leitura para saber mais sobre esse assunto!  

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Por que o farmacêutico precisa saber sobre a RENAME?

Os profissionais farmacêuticos podem utilizar a RENAME para consulta e auxílio na definição das melhores opções terapêuticas, isto é, a lista RENAME também orienta as profissionais de saúde em relação aos medicamentos necessários para atender as principais doenças que podem se acometidas pela população.

Nesse sentido, é papel do farmacêutico manter-se atualizado sobre os medicamentos listados no RENAME, afim de conhecer qual melhor indicação para o paciente, ou seja, estar preparado para orientar sobre como adquirir um medicamento, seja na rede pública (unidades básicas) ou por meio de programas assistências (distribuição gratuita), quando o mesmo não possui condições de adquirir tal fármaco para o tratamento em unidades privadas.

RENAME significado

O que é RENAME? A sigla RENAME quer dizer Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. Ela é uma lista de medicamentos que deve considerar todas às necessidades de saúde que são prioritárias da população no Brasil.

A RENAME, além de uma lista de medicamentos essenciais, é também um instrumento de ações de assistência farmacêutica para o Sistema Único de Saúde (SUS).

A lista RENAME é dividida basicamente em 3 seções:

  • Medicamentos usados em manifestações gerais de doenças;
  • Medicamentos usados em doenças de órgãos e sistemas orgânicos; e
  • Outros medicamentos e produtos para a saúde.

Para que serve o RENAME?

De forma resumida, a RENAME é um guia que elenca os medicamentos para uso no âmbito da Atenção Básica à Saúde. A RENAMA é definida pelos Municípios, Estados e também pela União (Governo Federal).

Essa lista de medicamentos essenciais RENAME é uma das estratégias de política de medicamentos adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de promover acesso e garantir o uso seguro dos medicamentos. A lista de medicamentos essenciais entrou para a OMS no ano de 1978.

A RENAME é usada para nortear os gestores públicos no que tange a seleção de medicamentos para políticas públicas de saúde. Como a RENAME é uma padronização de medicamentos, eles devem ser utilizados conforme a necessidade de cada região.

De acordo com a Lei número 8.080/90:

“[…] a RENAME compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS”. 

Por exemplo, o contexto de saúde na região Sul requer um tipo de medicamento em políticas públicas, que pode ser antagônica na região Norte do país. Entretanto, todos os medicamentos para cada situação, são listados na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais, competindo ao gestor de saúde decidir pela melhor opção.

De forma resumida, a RENAME tem objetivo de servir de guia para os profissionais de saúde que atuam no setor público, referente:

  • Medicamentos padronizados no SUS após avaliação;
  • Relação de Insumos e de Medicamentos de Uso Hospitalar;
  • Denominação Comum Brasileira da ANVISA;
  • Traz a que componente da assistência farmacêutica e pertencer cada tecnologia (especializado, estratégico e básico);
  • É atualizada periodicamente;
  • Relação estaduais e municipais.

Como surgiu o RENAME?

Por meio da Organização Mundial da Saúde (OMS), desde os anos de 1970, acontece a promoção de políticas que visam o acesso de medicamentos para à população. Esse órgão faz recomendações para os seus países membros, por meio de publicações periódicas de listas modelos.

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No Brasil, deu-se início no ano de 1964, ao desenvolvimento de listas de medicamentos que são classificadas como sendo essenciais, através do Decreto número 53.612 da data de 26 de dezembro, definindo assim a Relação Básica e Prioritária de Produtos Biológicos e Materiais para Uso Farmacêutico Humano e Veterinário.

Dessa forma, no ano de 1975, através da publicação oficial da Portaria número n.º 233 do Ministério da Previdência e Assistência Social, foi estabelecido a lista RENAME – Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.

Quem faz a legislação do RENAME no Brasil?

A lista RENAME passa por constantes revisões e atualizações pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC). Essa comissão foi criada pela Lei nº 12.401, de 28 de abril de 2011.

Vale ressaltar que o Conselho Federal de Farmácia (CFF) também participou da revisão e atualização do RENAME no período de 2001 a 2011, por meio de representação técnica de membros do Conselho Federal de Farmácia (CEBRIM/CFF).  

Qual a última edição do RENAME publicada?

Desde sua implementação, a lista RENAME já sofreu quatro revisões, que foram nos anos de 2002, 2006, 2008 e 2010, sendo essa última revisão publicada por meio da Portaria número 1044, de 05 de maio de 2010.

Na última revisão do ano de 2010, a lista RENAME possui:

  • 343 fármacos;
  • 08 correlatos; e
  • 33 imunoterápicos em 574 apresentações farmacêuticas.

No ano de 2022, a RENAME foi atualizada para a versão mais recente.

O RENAME 2022 é divido nos apêndices A e B

RENAME 2022 apêndice A:

Os itens são mostrados conforme o Sistema de Classificação Anatômica Terapêutica Química, sendo recomendo pela OMS.

RENAME 2022 apêndice B:

Já no apêndice B são mostrados 5 anexos com descrição do grupo de financiamento da Assistência Farmacêutica ao qual fazem parte, para os casos de:

  • Relação Nacional de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica;
  • Relação Nacional de Medicamentos do Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica;
  • Relação Nacional de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica;
  • Relação Nacional de Insumos;
  • Relação Nacional de Medicamentos de Uso Hospitalar.

O que é Classificação AWaRe na lista RENAME?

A classificação AWaRe é divida em 3 grupos:

  1. Acesso
  2. Alerta; e
  3. Reservado

Grupo 1 (acesso)

Medicamentos descritos como de primeira ou segunda linha na escolha de tratamento para infecções comuns, apresentando a característica de serem amplamente acessíveis.

Grupo 2 (alerta)

Medicamentos destinados apenas a um grupo específico de pacientes com doenças e síndromes bem definidas, devendo sua utilização ser monitorada continuamente.

Grupo 3 (reservado)

Medicamentos antibióticos que dever ser utilizados como último recurso para tratar infecções bacterianas resistentes a múltiplos medicamentos

Categorias de medicamentos da RENAME

A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais é dividida em 5 categorias de medicamentos, sendo essas:

  • básico;
  • estratégico;
  • especializado;
  • insumos; e
  • hospitalar.

Como consultar a lista de medicamentos do RENAME 2022

A edição atualizada da Relação Nacional de Medicamentos encontra-se na edição de 2022. Baixe agora de forma gratuita a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME 2022. Basta preencher o formulário para ter acesso imediato na lista!

Edições anteriores do RENAME

Confira também as edições dos anos anteriores da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME.

Consulte a relação nacional de medicamentos pelo celular

O Ministério da Saúde por meio do aplicativo para smartphones MedSUS, disponibiliza a lista completa dos medicamentos indicados pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Basta que você baixe e instale o APP para o seu celular, após realizar a autenticação (cadastro), você terá acesso aos medicamentos disponíveis na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.

MedSUS
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Conclusão

Conhecer a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) é importante para os profissionais farmacêuticos que atuam no segmento de farmácia clínica e principalmente para os farmacêuticos gestores de políticas públicas.

Para aqueles profissionais que trabalham em farmácias e drogarias, a relação nacional de medicamentos é um local de consultar para melhor orientar os pacientes sobre como adquirir medicamentos para o tratamento.

Agora que você já entendeu sobre a relação nacional de medicamentos, convidamos a conhecer nossas soluções de automação e gestão que vão facilitar sua rotina dentro da farmácia. Fale agora mesmo com um especialista e peça sua demonstração gratuita.

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