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Produtos de Bem-Estar e Emagrecimento Vale a Pena ter no Mix da Farmácia

Produtos de Bem-Estar e Emagrecimento: Vale a Pena ter no Mix da Farmácia?

Por Lucas Sabadini / 24 de abril de 2026 26 de março de 2026

Medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy explodiram em vendas nos últimos dois anos, transformando completamente o mercado farmacêutico brasileiro de produtos de bem-estar e emagrecimento.

Esses produtos de bem-estar não são mais curiosidade: movimentam bilhões e redefinem o que uma farmácia pode e deve oferecer.

Mas a pergunta que todo proprietário faz é simples e crucial: produtos de bem-estar, especialmente os de emagrecimento, valem realmente a pena na minha farmácia?

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A resposta é complexa. Sim, há oportunidade enorme. Não, não é decisão para tomar sem análise cuidadosa.

Este artigo mostra dados reais de vendas, legislação, riscos e benefícios de ter produtos de bem-estar no sortimento da sua farmácia. Confira!

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O que você quer ler primeiro?

  • Dados de Vendas de Produtos de Bem-Estar nas Farmácias
  • Dados de Vendas de Produtos de Emagrecimento (Ozempic, Mounjaro e Similares)
  • Mas, o que são Produtos de Bem-Estar?
  • Como está a Demanda por esses Produtos?
  • Medicamentos para Emagrecimento
  • O que é Preciso para Vender Medicamentos de Emagrecimento (Ozempic, Mounjaro e Similares)?
    • Receita Médica Obrigatória
    • Cadastro no SNGPC
    • Treinamento de Equipe
    • Fornecedor Habilitado
  • Legislação para Venda (RDCs, Anvisa, Produtos Controlados)
    • Para Produtos de Bem-Estar Tradicionais (vitaminas, dermocosméticos, suplementos)
    • Para Medicamentos de Emagrecimento (Agonistas GLP-1)
  • Vale a Pena vender esses Produtos na Farmácia?
    • Vantagens de Ter Medicamentos de Emagrecimento no Mix
      • 1. Crescimento de Faturamento
      • 2. Aumento de Fluxo
      • 3. Competitividade
      • 4. Margens de Lucro
    • Desvantagens e Riscos (A Parte que Ninguém Quer Falar)
      • 1. Risco de Segurança e Assaltos
      • 2. Custo de Segurança Aumenta Significativamente
      • 3. Complexidade Regulatória
      • 4. Estoque Travado
      • 5. Responsabilidade Clínica
  • Vale Realmente a Pena?
  • Conclusão

Dados de Vendas de Produtos de Bem-Estar nas Farmácias

Os produtos de bem-estar não são apenas uma tendência passageira. Os números falam por si.

Segundo a ABMAPRO (Associação Brasileira de Marcas Próprias), marcas próprias de bem-estar movimentaram R$ 4,6 bilhões em 2024, mais que dobrando em relação aos R$ 2,1 bilhões de 2020.

Crescimento de 119% em quatro anos. Isso sem contar medicamentos prescritos de bem-estar.​

A presença de produtos de bem-estar é massiva.

Esses produtos estão em 85% dos segmentos de consumer health e autocuidado, demonstrando que a categoria é estratégica para qualquer farmácia moderna.

Entre 2024 e 2025, a ABMAPRO projeta crescimento de 16% especificamente em produtos de bem-estar.​

Dados da Close-Up International mostram que 61,1% dos compradores de produtos de bem-estar são mulheres das classes B e C, com renda específica para investir em saúde preventiva e cuidados pessoais.

Isso demonstra que produtos de bem-estar não são nicho de elite, mas mercado de massa.​

Dados de Vendas de Produtos de Emagrecimento (Ozempic, Mounjaro e Similares)

Como fazer as pessoas comprarem

Se produtos de bem-estar em geral crescem dois dígitos, medicamentos para emagrecimento crescem praticamente no modo “foguete”.

A categoria de diabetes e obesidade movimentou R$ 13,2 bilhões nas farmácias brasileiras entre agosto de 2024 e agosto de 2025, com crescimento de 17,9% em relação ao período anterior. 160 milhões de unidades foram vendidas, consolidando essa subcategoria como motor de crescimento do varejo.​

Apenas a semaglutida (presente em Ozempic e Wegovy) movimentou R$ 7,1 bilhões nesse período, com crescimento de 38,7%.

Para colocar em perspectiva: essa molécula sozinha move mais dinheiro que muitas categorias inteiras de medicamentos.​

Os medicamentos agonistas de GLP-1 (Ozempic, Wegovy, Mounjaro, Saxenda, Rybelsus e similares) movimentaram entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões em 2024, com projeção de chegar a R$ 9 bilhões em 2026.​

Sem essa categoria, o crescimento do varejo farmacêutico inteiro seria bem menor.

Segundo análise do BTG Pactual, “sem a categoria, a expansão do varejo teria caído para cerca de 7,5% a 8%, em comparação com os 10% projetados atualmente”.

Ou seja, produtos de emagrecimento responsabilizam por aproximadamente 2% a 2,5% de todo o crescimento do varejo farmacêutico.

Em agosto de 2025, o Mounjaro lidera o mercado com 49,6% de participação, seguido do Wegovy com 35,4% e Ozempic com 12,2%.

Mounjaro disparou porque chegou ao mercado apenas em março de 2025, mas já é quase metade das vendas.​

Pesquisa do Varejo 360 mostrou que medicamentos para emagrecimento ultrapassaram os 10% de participação no faturamento das maiores redes de farmácias em São Paulo, crescendo de 6% em março de 2024 para mais de 10% em 2025.

O crescimento foi tão acelerado que farmácias estão remanejando estoque para atender a demanda.​

Números ainda mais impressionantes: comparando janeiro-maio de 2024 com janeiro-maio de 2025, as vendas em São Paulo saltaram de R$ 509 milhões para R$ 960 milhões, crescimento de praticamente 89% em um ano.​

Mas, o que são Produtos de Bem-Estar?

Produtos de bem-estar é uma categoria ampla que inclui:

  • Vitaminas e suplementos: complexos vitamínicos, ômega-3, colágeno, vitamina D;
  • Dermocosméticos: cremes faciais, sérum anti-envelhecimento, filtro solar;
  • Nutricosméticos: colágeno hidrolisado, biotin, suplementos para cabelo e pele;
  • Produtos para saúde mental e emocional: melatonina, magnésio, chás funcionais;
  • Medicamentos para obesidade e emagrecimento: Ozempic, Mounjaro, Wegovy, Saxenda;
  • Produtos para saúde reprodutiva e sexual: lubrificantes, suplementos de libido;
  • Produtos fitness e performance: pré-treino, whey protein, BCAA.

A diferença entre produtos de bem-estar tradicionais e medicamentos de emagrecimento é que os primeiros são geralmente de venda livre (OTC), enquanto medicamentos para emagrecimento são prescritos e, desde junho de 2025, controlados.

Como está a Demanda por esses Produtos?

A demanda por produtos de bem-estar é impressionante e crescente.

Entre 2020 e 2024, produtos de bem-estar baseados em marcas próprias cresceram 119%. E isso é apenas marcas próprias. Somando marcas comerciais, o crescimento é ainda maior.​

O mercado de suplementos e bem-estar dentro dos medicamentos isentos de prescrição (MIP) cresceu 8,2% de agosto de 2024 para agosto de 2025, segundo a Abradilan.

Os produtos de bem-estar não são mais nicho: 61,1% dos compradores são mulheres, mas homens estão crescendo rapidamente, especialmente em categorias como suplementos de performance e saúde mental.​

Classes B e C dominam: 45% dos compradores são classe B, 51% são classe C, mostrando que produtos de bem-estar são consumidos pela população mais ampla.​

A presença de produtos de bem-estar em 85% dos segmentos de consumer health e autocuidado mostra que a categoria atravessa todas as estratégias comerciais de farmácia.​

Medicamentos para Emagrecimento

Para medicamentos específicos de emagrecimento, a demanda foi tão acelerada que provocou “corrida” nas farmácias antes da obrigatoriedade de retenção de receita em junho de 2025.

Vendas cresceram 15,5% após o anúncio da mudança regulatória, e 39,1% em comparação ao mesmo período de 2024, seundo o período Isto é Dinheiro.​

Após a entrada do Mounjaro em março de 2025, o número de prescritores da categoria cresceu 350%, passando de 16,3 mil para 73,4 mil prescritores.

Isso significa que mais médicos começaram a prescrever esses medicamentos.​

A demanda não é tendência passageira. É reflexo real: 39 milhões de brasileiros têm sobrepeso e 98 milhões têm obesidade, crescimento de 4,5% e 5,7% nos últimos cinco anos, respectivamente.​

O que é Preciso para Vender Medicamentos de Emagrecimento (Ozempic, Mounjaro e Similares)?

Medicamentos para emagrecimento não são OTC (venda livre). Cada um tem suas exigências legais.

Receita Médica Obrigatória

Desde 23 de junho de 2025, todos os medicamentos agonistas de GLP-1 requerem retenção de receita, ou seja, a farmácia fica com a receita no ato da venda e o paciente não pode levar consigo ou usar para segunda compra.​

Isso é exatamente como funciona com antibióticos controlados. A receita deve ser emitida em duas vias pelo médico e tem validade de até 90 dias.​

Medicamentos afetados pela retenção obrigatória:

  • Semaglutida (Ozempic, Wegovy, Rybelsus);
  • Liraglutida (Saxenda, Victoza);
  • Dulaglutida (Trulicity);
  • Tirzepatida (Mounjaro, Zepbound);
  • Lixisenatida (Lyxumia).

E versões manipuladas desses mesmos fármacos.​

Cadastro no SNGPC

As farmácias devem registrar a movimentação (compra e venda) desses medicamentos no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). Isso é fiscalizável e auditável.​

Treinamento de Equipe

A equipe precisa conhecer a nova legislação para não cometer erros como tentar vender sem receita original ou não reter o documento. Erro disso pode resultar em multa regulatória.

Fornecedor Habilitado

Nem todos os distribuidores vendem esses medicamentos. É necessário ter relação com fornecedor autorizado e com estoque confiável.

Legislação para Venda (RDCs, Anvisa, Produtos Controlados)

A legislação em torno de produtos de bem-estar varia bastante conforme a subcategoria.

Para Produtos de Bem-Estar Tradicionais (vitaminas, dermocosméticos, suplementos)

Não há legislação especial. São vendidos como qualquer outro produto OTC. Regras gerais de higiene, armazenamento e cadastro se aplicam.

Para Medicamentos de Emagrecimento (Agonistas GLP-1)

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 973/2025 e a Instrução Normativa (IN) nº 360/2025, ambas publicadas em 24 de abril de 2025 e vigentes desde 23 de junho de 2025, trazem as mudanças principais:​

  • Retenção de receita obrigatória: a farmácia fica com a receita original no ato da venda
  • Receita em duas vias: prescritor deve emitir duas vias, uma para a farmácia, uma para o paciente (para controle)
  • Validade de 90 dias: a receita é válida por até 90 dias a partir da data de emissão
  • Aviação única: cada receita só pode ser usada uma única vez, não há repetição
  • Escrituração no SNGPC: movimentação deve ser registrada no sistema nacional

A Anvisa implementou esse controle após observar elevado número de eventos adversos relacionados ao uso indiscriminado desses medicamentos.

Principalmente pessoas usando Ozempic ou Mounjaro apenas para emagrecimento estético, sem acompanhamento médico, relataram problemas como náuseas, constipação, distensão abdominal, além de agravar transtornos alimentares e psicológicos.​

A obrigatoriedade da retenção de receita é exatamente como funciona com antibióticos, um precedente legal bem estabelecido.

Vale a Pena vender esses Produtos na Farmácia?

Essa é a pergunta crítica. Sim, há oportunidade de faturamento. Mas existem desvantagens sérias.

Vantagens de Ter Medicamentos de Emagrecimento no Mix

1. Crescimento de Faturamento

O mercado cresce 17,9% ao ano. Medicamentos de emagrecimento responsabilizam por 2% a 2,5% de todo o crescimento do varejo. Se sua farmácia oferece, capture essa fatia.

2. Aumento de Fluxo

Pacientes que vêm buscar Ozempic ou Mounjaro podem comprar outros itens: cosméticos, vitaminas, higiene pessoal. Ticket médio potencial sobe.

3. Competitividade

Farmácias que vendem esses medicamentos ganham presença online mais forte em marketplaces. Aparecem em buscas como “farmácia que vende Mounjaro perto de mim”.

4. Margens de Lucro

Medicamentos de emagrecimento têm preços altos (Mounjaro custa em torno de R$ 1.500 a R$ 2.000 a caixa), o que permite margem razoável para a farmácia.

Desvantagens e Riscos (A Parte que Ninguém Quer Falar)

1. Risco de Segurança e Assaltos

Esse é o ponto mais sério. Medicamentos de emagrecimento, especialmente Mounjaro, Ozempic e Wegovy, viraram alvo de quadrilhas organizadas.

A Federação dos Comerciários fez alerta em agosto de 2024: quadrilhas estão roubando canetas de emagrecimento que custam cerca de R$ 1.000 cada, além de outros medicamentos caros como antipsicóticos (R$ 500) e remédios psiquiátricos.​

Os roubos são violentos. Assaltantes conhecem exatamente o que querem, são rápidos e armados. Vendem roubados na internet com risco de perda de eficácia (medicamentos biológicos precisam de refrigeração).​

Medicamentos de emagrecimento e sensores de glicose são hoje os itens de maior risco em farmácias.

Medicamentos é considerado “de alto custo” a partir de R$ 1.056 (70% do salário mínimo vigente), e Mounjaro claramente ultrapassa esse patamar.​

Consequências: trabalhadores sentem-se inseguros, pode haver necessidade de afastamento por trauma psicológico, reposição de estoque é onerosa se sofrer roubo, e há dano à reputação da loja.

2. Custo de Segurança Aumenta Significativamente

Para mitigar risco de assalto, será necessário investir em:

  • Câmeras de CFTV com monitoramento 24 horas
  • Botão de pânico integrado à central de segurança
  • Controle de acesso restrito ao estoque de medicamentos caros
  • Possivelmente, segurança patrimonial adicional
  • Sistema de retenção de medicamentos em cofres ou áreas blindadas

Esses investimentos podem chegar a R$ 10.000 a R$ 30.000, mais custos mensais de monitoramento.​

3. Complexidade Regulatória

Até junho de 2025, vender Ozempic sem retenção de receita era “simples”. Agora, qualquer erro (vender sem receita original, não reter, não registrar no SNGPC) pode resultar em autuação regulatória.

Sua equipe precisa ser treinada e o gestor precisa auditar regularmente. Uma farmácia não preparada pode cometer erros frequentes que chamem atenção de órgãos fiscalizadores.

4. Estoque Travado

Medicamentos de emagrecimento têm prazo de validade limitado. Se comprar e não vender, produto vence e é prejuízo total.

Esses medicamentos exigem bom relacionamento com clientes para garantir rotatividade, além de que a farmácia precisa ter público com renda suficiente para comprar esse tipo de produto.

5. Responsabilidade Clínica

Embora a receita seja de responsabilidade do prescritor, farmácia pode ser responsabilizada se dispensar sem receita válida ou com erros de dosagem. Risco legal existe.

Vale Realmente a Pena?

Para farmácias que já têm estrutura de segurança robusta (grandes redes, farmácias em áreas seguras, com investimento em CFTV): SIM. Vale a pena. O faturamento adicional compensa o risco mitigado.

Para farmácias independentes em áreas de risco (periferias, bairros com criminalidade elevada): CUIDADO. O risco de assalto pode superar o ganho de faturamento. Investir R$ 20.000 em segurança para ganhar R$ 500 a R$ 1.000 por mês em margem não faz contas.

Para farmácias pequenas ou sem estrutura: CONSIDERE COMEÇAR PEQUENO. Venda produtos de bem-estar tradicionais (vitaminas, dermocosméticos, suplementos) antes de entrar em medicamentos de emagrecimento controlados.

Conclusão

Produtos de bem-estar são tendência real e crescente, movimentando R$ 4,6 bilhões em 2024 com projeção de 16% de crescimento em 2025.

Medicamentos para emagrecimento especificamente são motor do crescimento geral do varejo, responsáveis por 2% a 2,5% de toda a expansão setorial.

Para farmácias bem posicionadas, ter esses produtos no mix é vantagem competitiva. Aumenta faturamento, fluxo de clientes e presença digital. Números são claros: quem vende Mounjaro ou Ozempic tem crescimento diferenciado.

Porém, o risco de segurança é real. Assaltos a farmácias para roubar medicamentos de emagrecimento aumentaram dramaticamente. Investimento em segurança é não-negociável se você decide oferecer esses produtos.

A decisão deve ser orientada por análise crítica: sua localização permite ter produtos de alto valor sem risco desproporcional? Sua equipe consegue cumprir nova legislação de retenção de receita? Seu caixa aguenta eventual roubo ou vencimento de estoque?

Se respondeu SIM a essas três perguntas, produtos de bem-estar e medicamentos de emagrecimento podem transformar sua farmácia.

Se a resposta for NÃO, comece com categorias de menor risco e maior margem, como vitaminas e dermocosméticos.

A gestão cuidadosa de estoque, segurança de medicamentos caros e conformidade regulatória exigem sistema robusto.

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