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Lista completa com todas as formas farmacêuticas, conceitos e abreviações

Lista completa com todas as formas farmacêuticas, conceitos e abreviações

Por Lucas Sabadini / 22 de julho de 2022 5 de agosto de 2025

Na hora da dispensação do medicamento no balcão de farmácia é muito importante que o profissional farmacêutico conhece todas as formas farmacêuticas, além de saber suas abreviações para poder interpretar a prescrição médica e orientar o paciente de forma adequada.

Porém existem muitas formas farmacêuticas e vias de administração, pensando nisso trouxemos nesse artigo a lista completa com todas as formas farmacêuticas, conceitos e suas abreviações para que você possa consultar quando necessário.

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O que você quer ler primeiro?

  • O que é forma farmacêutica?
  • Tipos de formas farmacêuticas
  • Por que existem tantas formas farmacêuticas?
  • Via de administração das formas farmacêuticas
  • Uma forma farmacêutica é melhor do que outra forma farmacêutica?
  • Lista completa das formas farmacêuticas
  • Formas farmacêuticas sólidas
  • Formas farmacêuticas semissólida
  • Formas farmacêuticas líquidas
  • Formas farmacêuticas gasosa
  • Conclusão

O que é forma farmacêutica?

De forma resumida a forma farmacêutica é como o medicamento é apresentado para sua ingestão, podendo ser de várias formas e estados (líquido, sólido, gasoso).

Tipos de formas farmacêuticas

  • sólido (comprimidos, cápsulas, drágeas, pastilhas e supositórios);
  • semissólida (pomadas, géis e cremes);
  • líquido (xaropes, gotas, soluções nasais, oftálmicas e injetáveis);
  • gasosa (sprays, aerossóis).
formas farmacêuticas

Por que existem tantas formas farmacêuticas?

É bem mais fácil convencer uma criança a tomar um líquido do que engolir uma cápsula, não é mesmo?

Os laboratórios desenvolveram e continuam desenvolvendo diversas formas farmacêuticas, ou seja, a forma física dos medicamentos. Podemos encontrar na farmácia um mesmo medicamento nas formas sólida, semissólida ou líquida, e nem por isso sua atuação no organismo será diferente.  

Todas essas formas farmacêuticas possuem indicações para determinados pacientes de diferentes faixas etária e condições de saúde. Além disso, a via de administração, isto é, a forma de entrada do medicamento no organismo, dependerá da escolha da forma farmacêutica.

Via de administração das formas farmacêuticas

As formas farmacêuticas podem ser administradas pelas vias:

  • bucal (BUC);
  • capilar (CAPI);
  • dermatológica (DERM);
  • epidural (EPI);
  • inalatória (INAL);
  • inalatória por visa nasal (INAL NAS);
  • inalatória por via oral (INAL OR);
  • intra-arterial (IAR);
  • intra-articular (IA);
  • intradérmica (ID);
  • intramuscular (IM);
  • intratecal (IT);
  • intrauterina (IU);
  • intravenosa (IV);
  • irrigação (IRR);
  • nasal (NAS);
  • oftálmica (OFT);
  • oral (OR);
  • otológica (OTO);
  • retal (RET);
  • subcutânea (SC);
  • sublingual (SUBL);
  • transdérmica (TRANSD);
  • uretral (URET);
  • vaginal (VAG);
Via de administração das formas farmacêuticas

Cada uma delas tem suas vantagens e desvantagens, sendo indicadas para cada situação em específico. Por exemplo: um paciente que tenha medo de agulha, poderá apresentar dificuldade para tomar uma injeção, neste caso pode ser substituído por outra via de administração. No entanto, o efeito pode não ser tão rápido.

Vale ressaltar que a escolha da forma farmacêutica e sua via de administração, é exclusiva do médico. Os farmacêuticos também podem orientar o paciente, mas somente nos casos em que não há indicação na receita.

Uma forma farmacêutica é melhor do que outra forma farmacêutica?

Seja qual for a escolha da forma farmacêutica ou via de administração, todo o medicamento passa pelo mesmo processo no organismo:

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  • absorção;
  • distribuição;
  • biotransformação; e
  • eliminação.

A absorção acontece quando o medicamento é ingerido e atinge a corrente sanguínea. Após esse primeiro processo, o medicamento é distribuído no organismo e chega no órgão ou tecido que irá agir.

Quando seu efeito termina, esse medicamento precisa ser metabolizado pelo processo de biotransformação, que consiste em preparar a substância que não pertence ao organismo, para sua eliminação, que pode ser através do intestino ou dos rins.

Lista completa das formas farmacêuticas

Abaixo listamos todas as formas farmacêuticos com suas respectivas abreviações e conceitos. Para consultar uma forma farmacêutica específica utilize as teclas de atalho CRTL+F para habilitar a caixa de busca. Em seguida digite o nome da forma farmacêutica e pressione a tecla Enter para localizar.  

Formas farmacêuticas sólidas

Forma farmacêutica sólidaAbreviaçãoConceito
AdesivoADESsistema destinado a produzir um efeito sistêmico pela difusão do(s) princípio(s) ativo(s) numa velocidade constante, por um período de tempo prolongado.
AnelANELforma farmacêutica circular sólida destinada à liberação do princípio ativo a uma velocidade constante, por um período de tempo prolongado.
BarraBARforma farmacêutica sólida no formato de um retângulo, contendo um ou mais princípios ativos.
BastãoBASTforma farmacêutica sólida contendo um ou mais princípios ativos, de formato longo e fino, frequentemente de forma cilíndrica e que dissolve ou funde na temperatura do corpo
CápsulaCAPforma farmacêutica sólida na qual o(s) princípio(s) ativo(s) e/ou os excipientes estão contidos em invólucro solúvel duro ou mole, de formatos e tamanhos variados, usualmente contendo uma dose única do princípio ativo. Normalmente é formada de gelatina, mas pode também ser de amido ou de outras substâncias.
Cápsula DuraCAP DURAcápsula que consiste de duas seções cilíndricas pré-fabricadas (corpo e tampa) que se encaixam e cujas extremidades são arredondadas. É tipicamente preenchida com princípio(s) ativo(s) e excipientes na forma sólida. Normalmente é formada de gelatina, mas pode também ser de outras substâncias.
Cápsula Dura de Liberação ProlongadaCAP DURA LIB PROLcápsula que consiste de duas seções cilíndricas pré-fabricadas (corpo e tampa) que se encaixam e cujas extremidades são arredondadas. É tipicamente preenchida com princípio(s) ativo(s) e excipientes na forma sólida. Normalmente é formada de gelatina, mas pode também ser de outras substâncias.
Cápsula Dura de Liberação RetardadaCAP DURA LIB RETARDcápsula que consiste de duas seções cilíndricas pré-fabricadas (corpo e tampa) que se encaixam e cujas extremidades são arredondadas. É tipicamente preenchida com princípio(s) ativo(s) e excipientes na forma sólida. Normalmente é formada de gelatina, mas pode também ser de outras substâncias.
Cápsula MoleCAP MOLEcápsula constituída de um invólucro de gelatina, de vários formatos, mais maleável do que o das cápsulas duras. Normalmente é preenchida com conteúdos líquidos ou semissólidos, mas pode ser preenchida também com pós e outros sólidos secos.
Cápsula Mole de Liberação ProlongadaCAP MOLE LIB PROLcápsula constituída de um invólucro de gelatina, de vários formatos, mais maleável do que o das cápsulas duras. Normalmente é preenchida com conteúdos líquidos ou semi-sólidos, mas pode ser preenchida também com pós e outros sólidos secos.
Cápsula Mole de Liberação RetardadaCAP MOLE LIB RETARDcápsula constituída de um invólucro de gelatina, de vários formatos, mais maleável do que o das cápsulas duras. Normalmente é preenchida com conteúdos líquidos ou semi-sólidos, mas pode ser preenchida também com pós e outros sólidos secos.
ComprimidoCOMPcomprimido sem revestimento. Os excipientes usados não são destinados especificamente a modificar a liberação do(s) princípio(s) ativo(s) nos fluidos digestivos.
Comprimido de Liberação ModificadaCOM LIB MODcomprimido que tem liberação modificada. Deve ser classificado como de liberação modificada apenas quando as classificações “liberação retardada” e “liberação prolongada” são forem adequadas.
Comprimido de Liberação ProlongadaCOM LIB PROLcomprimido cujos excipientes são destinados especificamente a modificar a liberação do princípio ativo nos fluidos digestivos.
Comprimido EfervescenteCOM EFEVcomprimido contendo, em adição aos ingredientes ativos, substâncias ácidas e carbonatos ou bicarbonatos, os quais liberam dióxido de carbono quando o comprimido é dissolvido em água. É destinado a ser dissolvido ou disperso em água antes da administração.
Comprimido MastigávelCOM MASTcomprimido formulado para que possa ser mastigado, produzindo um sabor residual agradável na cavidade oral.
Comprimido OrodispersívelCOM ORODISPcomprimido que desintegra ou dissolve rapidamente quando colocado sobre a língua.
Comprimido para ColutórioCOM COLUTcomprimido que deve ser dissolvido em água para a preparação do colutório, que é um líquido destinado ao enxágue bucal com ação sobre as gengivas e as mucosas da boca e da garganta. Não deve ser deglutido.
Comprimido para SoluçãoCOM SOLcomprimido destinado a ser dissolvido na água antes da administração. A solução produzida pode ser levemente turva devido aos excipientes utilizados na fabricação do comprimido.
Comprimido para SuspensãoCOM SUScomprimido que, quando em contato com um líquido, rapidamente produz uma dispersão homogênea suspensão). É destinado a ser disperso antes da administração.
Comprimido RevestidoCOM REVcomprimido que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a proteger o fármaco do ar ou umidade, para fármacos com odor e sabor desagradáveis, para melhorar a aparência dos comprimidos ou para alguma outra propriedade que não seja a de alterar a velocidade ou extensão da liberação do princípio ativo.
Comprimido Revestido de Liberação ProlongadaCOM VER LIB PROLcomprimido que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a modificar a velocidade ou extensão da liberação do(s) princípio(s) ativo(s).
Comprimido Revestido de Liberação RetardadaCOM RE LIB RETARDcomprimido que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a modificar a velocidade ou extensão da liberação do(s) princípio(s) ativo(s), apresentando uma liberação retardada do(s) princípio(s) ativo(s).
Dispositivo IntrauterinoDIUsistema para ser inserido no útero para prevenir a concepção efetiva a partir da liberação do princípio ativo a uma velocidade constante, por um período de tempo prolongado.
FilmeFILforma farmacêutica sólida que consiste de uma película fina e alongada, contendo uma dose única de um ou mais princípios ativos, com ou sem excipientes.
GlóbuloGLOBforma farmacêutica sólida que se apresenta sob a forma de pequenas esferas constituídas de sacarose ou de mistura de sacarose e lactose, impregnadas pela potência desejada e com álcool acima de 70%.
Goma de MascarGOMAforma farmacêutica sólida de dose única contendo um ou mais princípios ativos, que consiste de material plástico insolúvel, doce e saboroso. Quando mastigada, libera o princípio ativo na cavidade oral. Destinada à administração pela boca. Não deve ser deglutida.
GranuladoGRANforma farmacêutica sólida contendo uma dose única de um ou mais princípios ativos, com ou sem excipientes. Consiste de agregados sólidos e secos de volumes uniformes de partículas de pó resistentes ao manuseio.
Granulado EfervescenteGRAN EFEVgranulado contendo, em adição aos ingredientes ativos, substâncias ácidas e carbonatos ou bicarbonatos, os quais liberam dióxido de carbono quando o granulado é dissolvido em água. É destinado a ser dissolvido ou disperso em água antes da administração.
Granulado para SoluçãoGRAN SOLgranulado destinado a ser dissolvido na água antes da administração. A solução produzida pode ser levemente leitosa devido aos excipientes utilizados na fabricação dos granulados.
Granulado para SuspensãoGRAN SUSgranulado que, quando em contato com um líquido, rapidamente produz uma dispersão homogênea (suspensão). É destinado a ser disperso antes da administração.
Granulado RevestidoGRAN VERgranulado que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a proteger o fármaco do ar ou umidade, para fármacos com odor e sabor desagradáveis, para melhorar a aparência dos granulados ou para alguma outra propriedade que não seja a de alterar a velocidade ou extensão da liberação do princípio ativo.
Granulado Revestido de Liberação ProlongadaGRAN VER LIB PROLgranulado que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a modificar a velocidade ou extensão da liberação dos princípios ativos. Vide definição de liberação prolongada.
Granulado Revestido de Liberação RetardadaGRAN VER LIV RETARDgranulado que possui uma ou mais camadas finas de revestimento, normalmente poliméricas, destinadas a modificar a velocidade ou extensão da liberação dos princípios ativos, apresentando uma liberação retardada do princípio ativo.  
ImplanteIMPLforma farmacêutica sólida estéril contendo um ou mais princípios ativos e de tamanho e formato adequados para ser inserido em um tecido do corpo, a fim de liberar o(s) princípio(s) ativo(s) por um período prolongado de tempo. É administrado por meio de um injetor especial adequado ou por incisão cirúrgica.
PastilhaPASforma farmacêutica sólida que contém um ou mais princípios ativos, usualmente em uma base adocicada e com sabor agradável. É utilizada para dissolução ou desintegração lenta na boca. Pode ser preparada por moldagem ou por compressão.
Pastilha DuraPAS DURApastilha rígida para ser dissolvida lentamente.
Pastilha GamosaPAS GOMpastilha flexível e macia de misturas contendo polímeros sintéticos ou naturais.
PóPOforma farmacêutica sólida contendo um ou mais princípios ativos secos e com tamanho de partícula reduzido, com ou sem excipientes.
Pó AerossolPO AERpó embalado sob pressão contendo um gás propelente e ingredientes terapeuticamente ativos que são liberados após a ativação de um sistema apropriado de válvulas.
Pó EfervescentePO EFEVpó contendo, em adição ao(s) ingrediente(s) ativo(s), substâncias ácidas e carbonatos ou bicarbonatos, os quais liberam dióxido de carbono quando o pó é dissolvido em água. É destinado a ser dissolvido ou disperso em água antes da administração.
Pó Liofilizado para Solução InjetávelPO LIOF SOL INJpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma solução. Preparado por liofilização, um processo que envolve a remoção de água dos produtos pelo congelamento a pressões extremamente baixas.
Pó Liofilizado para Suspensão InjetávelPO LIOF SUS INJpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma suspensão. Preparado por liofilização, um processo que envolve a remoção de água dos produtos pelo congelamento a pressões extremamente baixas.
Pó Liofilizado para Suspensão Injetável de Liberação ProlongadaPO LIOF SUS INJ LIB PROLpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma suspensão. Preparado por liofilização, um processo que envolve a remoção de água dos produtos pelo congelamento a pressões extremamente baixas.
Pó para ColutórioPO COLUTpó que deve ser dissolvido em água antes do uso para o preparo do colutório, que é um líquido destinado ao enxágue bucal com ação sobre as gengivas e as mucosas da boca e da garganta. Não deve ser deglutido.
Pó para SoluçãoPO SOLpó destinado a ser reconstituído para formar uma solução
Pó para Solução InjetávelPO SOL INJpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma solução.
Pó para Solução para InfusãoPO SOL INFUSpó estéril destinado à reconstituição para formar uma solução para uso por infusão. Essa solução é normalmente isotônica com o sangue e utilizada principalmente para administração em grande volume.
Pó para SuspensãoPO SUSpó destinado a ser reconstituído para formar uma suspensão.
Pó para Suspensão InjetávelPO SUS INJpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma suspensão.
Pó para Suspensão Injetável de Liberação ProlongadaPO SUS INJ LIB PROLpó estéril destinado à adição subsequente de líquido para formar uma suspensão.
RasuraRASdroga vegetal seca e seccionada, de granulometria definida, com diâmetro acima de 0,315 mm, destinada a preparações extemporâneas como infusos ou decoctos.
SaboneteSABforma farmacêutica sólida com forma variável dependendo do molde de obtenção, derivada da ação de uma solução de álcali em gorduras ou óleos de origem animal ou vegetal. Destinado à aplicação na superfície cutânea.
SupositórioSUPforma farmacêutica sólida de vários tamanhos e formatos, adaptada para introdução no orifício retal, vaginal ou uretral do corpo humano, contendo um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos numa base adequada. Os supositórios fundem-se, derretem ou dissolvem na temperatura do corpo.
ÓvuloOVLforma farmacêutica sólida de dose única que pode ter vários formatos, mas que é usualmente ovóide. Contém um ou mais princípios ativos dispersos ou dissolvidos em uma base adequada. Adaptado para introdução no orifício vaginal, fundem-se, derretem ou dissolvem na temperatura do corpo.
TableteTABLEforma farmacêutica sólida preparada a partir de uma massa feita com solução hidroalcoólica, o(s) princípio(s) ativo(s) e lactose, ou da própria trituração umedecida em solução hidroalcoólica. É moldado em tableteiros e é frágil e quebradiço.
Fonte: ANVISA

Formas farmacêuticas semissólida

Forma farmacêutica semissólidaAbreviaçãoConceito
CremeCREMforma farmacêutica semissólida que consiste de uma emulsão, formada por uma fase lipofílica e uma fase aquosa. Contém um ou mais princípios ativos dissolvidos ou dispersos em uma base apropriada e é utilizado normalmente para aplicação externa na pele ou nas membranas mucosas.
EmplasmoEMPLforma farmacêutica semissólida para aplicação externa. Consiste de uma base adesiva contendo um ou mais princípios ativos distribuídos em uma camada uniforme num suporte apropriado feito de material sintético ou natural. Destinado a manter o princípio ativo em contato com a pele, atuando como protetor ou como agente queratolítico.
GelGELforma farmacêutica semissólida com um ou mais princípios ativos, que contém um agente gelificante para fornecer firmeza a uma solução ou dispersão coloidal (um sistema no qual partículas de dimensão coloidal – tipicamente entre 1 nm e 1 mm – são distribuídas uniformemente através do líquido). Um gel pode conter partículas suspensas.
PomadaPOMforma farmacêutica semissólida para aplicação na pele ou nas membranas mucosas, que consiste de solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos em baixas proporções em uma base adequada.
PastaPASTpomada contendo grande quantidade de sólidos em dispersão (pelo menos 25%).
Fonte: ANVISA

Formas farmacêuticas líquidas

Forma farmacêutica líquidasAbreviaçãoConceito
EmulsãoEMUforma farmacêutica líquida de um ou mais princípios ativos que consiste de um sistema de duas fases que envolvem pelo menos dois líquidos imiscíveis e na qual um líquido é disperso na forma de pequenas gotas (fase interna ou dispersa) através de outro líquido (fase externa ou contínua). Normalmente é estabilizada através de um ou mais agentes emulsificantes.
Emulsão AerossolEMU AERemulsão embalada sob pressão, contendo um gás propelente e ingrediente(s) terapeuticamente ativo(s) que são liberados após a ativação de um sistema apropriado de válvulas.
Emulsão GotasEMU GOTemulsão destinada à administração na forma de gotas.
Emulsão InjetávelEMU INJemulsão estéril destinada à administração por injeção.
Emulsão para InfusãoEMU INFUSemulsão estéril com água como a fase contínua, normalmente isotônica com o sangue e utilizada principalmente para administração em grande volume.
Emulsão SprayEMU SPRemulsão administrada na forma de líquido finamente dividido por um jato de ar ou vapor.
EsmalteESMsolução, contendo um ou mais princípios ativos, para aplicação nas unhas. Forma uma película que não sai com água.
EspumaESPforma farmacêutica que consiste de um grande volume de gás disperso em um líquido, geralmente contendo uma ou mais substâncias ativas. É formada pela ação de um propelente, podendo haver também outros excipientes.
LíquidoLIQforma farmacêutica que consiste de uma substância química pura no estado líquido.
ÓleoOLElíquido gorduroso solúvel em éter e insolúvel em água.
Sabonete LíquidoSAB LIQsolução, contendo um ou mais princípios ativos, para aplicação na superfície cutânea.
SoluçãoSOLforma farmacêutica líquida límpida e homogênea, que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis.
ColutórioCOLUTsolução destinada ao enxágue bucal, com ação sobre as gengivas e as mucosas da boca e da garganta. Não deve ser deglutido.
Colutório SprayCOLUT SPRsolução destinada ao enxágue bucal, com ação sobre as gengivas e as mucosas da boca e da garganta. Apresentado na forma de líquido finamente dividido por um jato de ar ou vapor.
ElixirELXsolução hidroalcoólica de sabor agradável e adocicado, contendo princípio(s) ativo(s) dissolvido(s).
Solução AerossolSOL AERsolução embalada sob pressão, contendo um gás propelente e ingrediente(s) terapeuticamente ativo(s) que são liberados após a ativação de um sistema apropriado de válvulas.
Solução de Liberação ProlongadaSOL LIB PROLforma farmacêutica líquida límpida e homogênea, que contém um ou mais princípios ativos dissolvidos em um solvente adequado ou numa mistura de solventes miscíveis. Vide definição de liberação prolongada.
Solução GotasSOL GOTsolução destinada à administração na forma de gotas.
Solução InjetávelSOL INJsolução estéril destinada à administração por injeção.
Solução para DiluiçãoSOL DILsolução apresentada em uma forma mais concentrada e que deve ser diluída antes da administração.
Solução para Diluição InjetávelSOL DIL INJsolução estéril apresentada em uma forma concentrada e que deve ser diluída a um volume determinado e com um líquido adequado antes da administração.
Solução para Diluição para ColutórioSOL DIL COLUTsolução apresentada em uma forma concentrada e que deve ser diluída a um volume determinado e com um líquido adequado, destinada ao enxágue bucal com ação sobre as gengivas e as mucosas da boca e da garganta. Não deve ser deglutida.
Solução para Diluição para InfusãoSOL DIL INFUSsolução estéril apresentada em uma forma concentrada e que deve ser diluída a um volume determinado e com um líquido adequado antes de ser administrada por infusão. Esta solução é normalmente isotônica com o sangue e utilizada principalmente para administração em grande volume.
Solução para InfusãoSOL INFUSsolução estéril que cumpre todos os requisitos para ser administrada por infusão. Esta solução é normalmente isotônica com o sangue e utilizada principalmente para administração em grande volume.
Solução para IrrigaçãoSOL IRRsolução estéril utilizada para irrigação da pele e mucosas.
Solução SpraySOL SPRsolução administrada na forma de líquido finamente dividido por um jato de ar ou vapor.
SuspensãoSUSforma farmacêutica líquida que contém partículas sólidas dispersas em um veículo líquido, no qual as partículas não são solúveis.
Suspensão AerossolSUS AERsuspensão embalada sob pressão, contendo um gás propelente e ingredientes terapeuticamente ativos que são liberados após a ativação de um sistema apropriado de válvulas.
Suspensão de Liberação ProlongadaSUS LIB PROLforma farmacêutica líquida que contém partículas sólidas dispersas em um veículo líquido, no qual as partículas não são solúveis.
Suspensão de Liberação RetardadaSUS LIB RETARDforma farmacêutica líquida que contém partículas sólidas dispersas em um veículo líquido, no qual as partículas não são solúveis.
Suspensão GotasSUS GOTsuspensão destinada à administração na forma de gotas.
Suspensão InjetávelSUS INJsuspensão estéril destinada à administração por injeção.
Suspensão Injetável de Liberação ProlongadaSUS INJ LIB PROLsuspensão estéril destinada à administração por injeção.
Suspensão SpraySUS SPRsuspensão administrada na forma de líquido finamente dividido por um jato de ar ou vapor.
XampuXAMPsolução ou suspensão, contendo um ou mais princípios ativos, para aplicação na superfície do couro cabeludo.
XaropeXPEforma farmacêutica aquosa caracterizada pela alta viscosidade, que apresenta não menos que 45% de sacarose ou outros açúcares na sua composição. Os xaropes geralmente contêm agentes flavorizantes.
Fonte: ANVISA

Formas farmacêuticas gasosa

Forma farmacêutica gasosaAbreviaçãoConceito
GásGASpreparação gasosa utilizada com fins medicinais.
Fonte: ANVISA

Conclusão

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