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Relatório Completo: Como é o uso de medicamentos no Brasil

Por Lucas Sabadini / 24 de julho de 2026 22 de julho de 2026

Uso de medicamentos no Brasil é um tema central para qualquer gestor que queira entender o comportamento real dos seus clientes, planejar melhor o estoque e reforçar o papel da farmácia como porta de entrada da saúde no país.

Quando olhamos com atenção para o uso de medicamentos no Brasil, percebemos que a farmácia não é visitada só em momentos de emergência: ela faz parte da rotina mensal, e muitas vezes semanal, da maioria das famílias, o que abre um campo enorme para gestão profissional, serviços e relacionamento.

Este relatório completo reúne os principais pontos do estudo “Uso de Medicamentos no Brasil 2026”, realizado pelo Opinion Box, e mostra como os brasileiros compram e usam medicamentos no Brasil, em que canais compram, quanto gastam, qual a relação com Farmácia Popular e até como enxergam os medicamentos à base de canabidiol.

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Também recomendamos a leitura de:

>> Copa do mundo de futebol: 5 estratégias para farmácia vender mais nessa época

>> Vendas E-commerce: O que faz o consumidor a comprar sem sair de casa

>> O futuro da farmácia digital: Saiba os números, tendências e comportamento do consumidor

O que você quer ler primeiro?

  • Por que olhar para o uso de medicamentos no Brasil
  • Comportamento de compra em farmácias
    • Frequência de compras em farmácias
  • Canais preferidos para compras em farmácias
    • Como os brasileiros compram em farmácias
    • Gasto mensal em farmácias
    • O que leva o cliente a escolher uma farmácia
  • Frequência do uso de medicamentos no Brasil
    • Compras de medicamentos e reação aos primeiros sintomas
  • Como as pessoas escolhem marcas de medicamentos no Brasil
    • Critérios de escolha quando há mais de uma marca
    • Preferência por genéricos ou marcas de referência
  • Farmácia Popular: conhecimento e uso no contexto do uso de medicamentos no Brasil
  • Quais tipos de medicamentos no Brasil as pessoas mais usam
    • Canabidiol: conhecimento e disposição de uso
  • Conclusão: o que o uso de medicamentos no Brasil revela para a farmácia
    • Como o InovaFarma pode apoiar a sua farmácia

Por que olhar para o uso de medicamentos no Brasil

O relatório “Uso de Medicamentos no Brasil 2026” ouviu 1.000 pessoas pela internet, em março de 2026, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais, representando homens e mulheres de todas as regiões, faixas etárias e classes sociais.

O estudo mostra que o mercado farmacêutico brasileiro alcançou aproximadamente R$ 161 bilhões de faturamento em 2024, com crescimento de quase 13% em relação a 2023, o que reforça a importância de entender como se dá o uso de medicamentos no Brasil para quem vive do varejo farmacêutico.

Para uma farmácia de bairro, conhecer números e comportamentos por trás do uso de medicamentos no Brasil não é “curiosidade de pesquisa”: é ferramenta para decidir sortimento, negociar com distribuidores, montar campanhas e treinar equipe.

Saber com que frequência as pessoas vão à farmácia, quanto gastam, por que escolhem uma loja e como decidem entre marcas ajuda a transformar dados sobre medicamentos no Brasil em ações práticas de gestão e vendas.

Além disso, o relatório revela comportamentos de automedicação, interrupção de tratamento e percepção de risco que impactam diretamente o dia a dia de quem manuseia medicamentos no Brasil no balcão.

Comportamento de compra em farmácias

Frequência de compras em farmácias

O primeiro recorte do estudo mostra que as farmácias fazem parte da rotina dos brasileiros: 92% dos entrevistados compram em farmácias pelo menos uma vez por mês, seja medicamentos ou outros itens como cosméticos e produtos de higiene.

Dentro desse grupo, 40% afirmam comprar em farmácia pelo menos uma vez por semana, o que revela um uso de medicamentos no Brasil muito mais associado a acompanhamento contínuo da saúde do que apenas a eventos pontuais.

O detalhamento da frequência de compra ajuda a entender como giram os medicamentos no Brasil:

  • 4% compram todos os dias
  • 10% várias vezes por semana
  • 26% uma vez por semana
  • 17% uma vez por mês

Apenas uma minoria compra a cada três meses, seis meses ou menos de duas vezes ao ano.

Para quem administra farmácia, isso significa que a base de clientes ligada ao uso de medicamentos no Brasil é recorrente, permitindo trabalhar programas de fidelidade, lembretes de recompra e serviços contínuos para quem está sempre voltando.

Canais preferidos para compras em farmácias

Como os brasileiros compram em farmácias

Kit de Materiais e Conteúdos para Organizar a farmácia

A jornada de compra de medicamentos no Brasil é cada vez mais omnicanal.

Ao serem perguntados sobre como costumam fazer suas compras de farmácia, 37% dos entrevistados disseram comprar apenas em lojas físicas, enquanto quase metade (48%) afirmou que pesquisa preços em lojas físicas e online antes de decidir onde comprar, combinando canais na prática.

Além disso, 10% compram apenas online, mas retiram na loja, e 5% compram apenas online e pedem entrega em casa, o que reforça a importância de integrar o uso de medicamentos no Brasil entre balcão, e-commerce e aplicativos.

Quando a pergunta foca no canal preferido, o comportamento reforça o protagonismo do físico, mas com digital já consolidado:

  • 48% preferem comprar presencialmente na loja
  • 23% preferem aplicativo
  • 14% site
  • 12% WhatsApp
  • 3% telefone
  • 1% outros meios

Isso mostra que, embora o ponto físico ainda concentre boa parte das compras de medicamentos no Brasil, apps e canais digitais já são relevantes e precisam estar conectados à operação da farmácia.

Gasto mensal em farmácias

O relatório também detalha quanto as pessoas gastam por mês, considerando não só uso de medicamentos no Brasil mas também outros itens da farmácia.

A maior parte dos entrevistados (56%) gasta entre R$ 51 e R$ 200 mensais: 28% entre R$ 51 e R$ 100 e outros 28% entre R$ 101 e R$ 200.

Faixas mais baixas representam 17% (4% até R$ 20 e 13% de R$ 21 a R$ 50), enquanto faixas mais altas somam 27% (8% entre R$ 201 e R$ 300, 12% entre R$ 301 e R$ 500 e 6% acima de R$ 500).

Esses números mostram que o uso de medicamentos no Brasil e de outros produtos de farmácia responde por uma fatia importante do orçamento mensal, com uma base expressiva de consumidores de ticket intermediário e um grupo relevante de alto gasto.

Para o dono de farmácia, isso ajuda a calibrar mix e promoções, mirando tanto quem compra medicamentos no Brasil de forma pontual quanto quem tem uma cesta grande e recorrente na loja.

O que leva o cliente a escolher uma farmácia

O relatório traz um quadro detalhado dos fatores que mais influenciam a escolha da farmácia, o que ajuda a posicionar melhor o uso de medicamentos no Brasil dentro da disputa entre lojas físicas e digitais.

Os critérios mais citados foram:

  • preço (72%)
  • proximidade da casa ou trabalho (59%)
  • promoção (56%)
  • variedade de produtos (45%)
  • atendimento (44%)

Todos esse pontos influenciando diretamente como os consumidores compram medicamentos no Brasil.

Programas de fidelidade aparecem com 39% de relevância, formas de pagamento com 32%, marca da farmácia ou rede com 30% e experiência no site ou aplicativo com 23%.

Indicações do médico (23%) e de amigos e familiares (28%) ainda têm peso na escolha, enquanto influenciadores e redes sociais aparecem com menor impacto (15%).

Em resumo, para ser a escolhida em meio ao uso de medicamentos no Brasil, a farmácia precisa equilibrar preço competitivo, conveniência geográfica, bom atendimento, variedade e uma presença digital minimamente organizada.

Frequência do uso de medicamentos no Brasil

Compras de medicamentos e reação aos primeiros sintomas

Quando o foco sai do ambiente da farmácia e vai para o uso de medicamentos no Brasil, os dados mostram que 85% dos entrevistados compram medicamentos pelo menos uma vez por mês, reforçando que medicamentos no Brasil fazem parte da rotina de gestão de saúde, não apenas de emergências.

A frequência de compra de medicamentos se distribui:

  • entre 3% que compram todos os dias
  • 24% várias vezes por semana
  • 11% uma vez por semana
  • 16% a cada duas semanas
  • 15% uma vez por mês
  • percentuais menores para frequências maiores

Quanto à reação aos primeiros sintomas, 42% dizem que a primeira coisa que fazem é tomar algum remédio que já estão acostumados a usar, o que revela um uso de medicamentos no Brasil fortemente marcado pela automedicação.

Outras respostas incluem marcar consulta presencial com médico especialista (16%), procurar pronto-socorro ou UPA (4%), perguntar para um profissional de saúde conhecido (13%), buscar informações no Google (9%), em ferramentas de IA (3%), marcar consulta online (7%) ou perguntar para amigos e familiares (6%).

Quando se pergunta de forma direta sobre comportamento, 38% afirmam que costumam primeiro se automedicar e só procurar médico se não houver melhora, 32% dizem que só tomam medicamentos em casos mais graves, 18% só tomam medicamentos prescritos, 11% usam apenas remédios fitoterápicos, homeopáticos ou caseiros e 1% declara nunca tomar medicamentos.

Esses dados mostram um uso de medicamentos no Brasil muitas vezes guiado pela experiência e tentativa e erro, o que abre espaço para a farmácia atuar com orientação e serviços clínicos.

Como as pessoas escolhem marcas de medicamentos no Brasil

Critérios de escolha quando há mais de uma marca

Quando um mesmo medicamento possui mais de uma opção de marca (forma farmacêutica diferente ou laboratórios distintos), o principal critério de escolha apontado foi o preço (33%), seguido de recomendação médica (23%) e marca de laboratório conhecida e confiável (17%).

Recomendações do atendente da farmácia influenciam 11% dos entrevistados, promoções ou cupons de desconto 9%, indicação de amigos e familiares 4% e influenciadores ou redes sociais apenas 2%.

Isso mostra que, no uso de medicamentos no Brasil, a decisão entre diferentes marcas é fortemente sensível a preço, mas ainda permeada por confiança e orientação profissional.

Na prática, o balconista e o farmacêutico têm papel relevante nas escolhas de medicamentos no Brasil, especialmente para quem não chega com marca fechada na cabeça.

Preferência por genéricos ou marcas de referência

Sobre a preferência entre genéricos e medicamentos de marca, 43% afirmam preferir algum medicamento de marca, a não ser que o genérico seja muito mais barato, enquanto 26% preferem genérico, a não ser que o médico indique uma marca específica.

Outros 24% dizem comprar sempre genérico e 7% sempre alguma marca, o que mostra um uso de medicamentos no Brasil com bastante abertura ao genérico, mas ainda muito influenciado por percepção de marca e orientação.

Para a farmácia, entender como o cliente equilibra preço, marca e recomendação ajuda a trabalhar melhor o sortimento, tanto de medicamentos no Brasil de referência quanto de genéricos e similares, e orientar a equipe a fazer sugestões responsáveis, sem perder confiança.

Farmácia Popular: conhecimento e uso no contexto do uso de medicamentos no Brasil

O acesso a medicamentos no Brasil também passa por programas públicos, em especial o Farmácia Popular, que oferece medicamentos gratuitos ou com desconto para doenças como diabetes, asma, hipertensão e contracepção.

Segundo o relatório, 85% dos entrevistados afirmam conhecer o programa, evidenciando que ele alcançou alto nível de visibilidade nacional.

Quando se pergunta sobre uso, 45% dos brasileiros dizem já ter utilizado o Farmácia Popular, enquanto 42% nunca utilizaram porque “nunca precisaram”, 8% afirmam que não usaram porque o programa não tem os medicamentos de que precisam e 5% dizem não ter utilizado porque não conheciam.

Ou seja, há um grande espaço para farmácias e o próprio programa reforçarem comunicação, explicando como funciona, quais medicamentos no Brasil estão contemplados e como acessar o benefício.

Para o dono de farmácia, estar habilitado e bem organizado para atender o Farmácia Popular é uma forma concreta de participar do acesso a medicamentos no Brasil e, ao mesmo tempo, atrair fluxo, fidelizar pacientes crônicos e construir reputação como ponto de saúde de referência no bairro.

Quais tipos de medicamentos no Brasil as pessoas mais usam

O estudo também pergunta diretamente sobre quais classes de medicamentos no Brasil os entrevistados já tomaram, excluindo fitoterápicos, homeopáticos, remédios caseiros e suplementos.

Entre as categorias analisadas, destacam‑se:

  • Anticoncepcionais e outros remédios para controle hormonal: 17% tomam regularmente, 37% já tomaram mas não tomam mais e 45% nunca tomaram, com 1% preferindo não responder
  • Remédios para dar energia: 15% tomam regularmente, 33% já tomaram mas não tomam mais e 51% nunca tomaram
  • Remédios para ansiedade: 14% tomam regularmente, 27% já tomaram e 58% nunca usaram, com 1% sem resposta

O relatório detalha outros tipos de medicamentos no Brasil:

  • Remédios para depressão: 11% tomam regularmente, 19% já tomaram e 69% nunca tomaram
  • Remédios para melhorar foco e atenção: 8% tomam regularmente, 19% já tomaram e 72% nunca usaram
  • Remédios para colesterol: 13% tomam regularmente, 16% já tomaram e 70% nunca tomaram
  • Remédios para transtornos psiquiátricos: 9% tomam regularmente, 14% já tomaram e 76% nunca tomaram
  • Remédios para emagrecer: 7% tomam regularmente, 21% já tomaram e 71% nunca usaram
  • Remédios para diabetes: 10% tomam regularmente, 8% já tomaram e 81% nunca tomaram
  • Remédios para coração e pressão: 16% tomam regularmente, 11% já tomaram e 71% nunca tomaram
  • Remédios para engordar: 3% tomam regularmente, 13% já tomaram e 83% nunca tomaram
  • Remédios para insônia: 12% tomam regularmente, 24% já tomaram e 63% nunca tomaram

Esses dados mostram que o uso de medicamentos no Brasil envolve um conjunto significativo de tratamentos crônicos (pressão, diabetes, colesterol) e também de saúde mental (ansiedade, depressão, transtornos psiquiátricos e insônia).

Para a farmácia, isso significa que o atendimento a pacientes em uso contínuo de medicamentos no Brasil precisa vir acompanhado de acompanhamento, conferência de interações e suporte à adesão ao tratamento.

Canabidiol: conhecimento e disposição de uso

O relatório dedica uma seção específica a medicamentos no Brasil à base de canabidiol (CBD).

No total, 81% dos entrevistados afirmam já ter ouvido falar desse tipo de tratamento, enquanto 19% ainda não conhecem o tema, o que mostra que a discussão sobre uso de medicamentos no Brasil com CBD já alcançou amplo público.

A disposição para usar medicamentos no Brasil à base de canabidiol é majoritariamente positiva: 44% dizem que considerariam usar, mas apenas se prescritos por um profissional de saúde confiável, 29% afirmam que provavelmente usariam, 5% já usam ou já usaram, 15% provavelmente não usariam e 7% não usariam de forma alguma.

Ou seja, 78% dos brasileiros usariam ou considerariam usar medicamentos no Brasil com CBD, desde que orientados, reforçando o papel do profissional de saúde e da farmácia como fonte de informação segura.

Para o varejo farmacêutico, acompanhar a evolução regulatória e de mercado em torno desse tipo de medicamento no Brasil é essencial, pois a demanda tende a crescer, e o cliente vai buscar orientação sobre indicações, efeitos e interações.

Conclusão: o que o uso de medicamentos no Brasil revela para a farmácia

O relatório “Uso de Medicamentos no Brasil 2026” mostra um cenário complexo, mas cheio de oportunidades para a farmácia que quer se posicionar como parceira de saúde:

As pessoas compram em farmácia com alta frequência, muitas vezes mais de uma vez por mês, e o gasto mensal com medicamentos no Brasil é relevante para o orçamento das famílias.

A jornada de compra é omnicanal: o cliente transita entre físico, aplicativo, site e WhatsApp, pesquisando preço e disponibilidade antes de decidir.

O critério de escolha da farmácia mistura preço, proximidade, atendimento, variedade e programas de fidelidade, o que mostra que a disputa por medicamentos no Brasil não é só por produto, mas por experiência.

A automedicação ainda é prática forte no uso de medicamentos no Brasil, e muita gente interrompe tratamento, toma remédio vencido ou diferente do prescrito, o que reforça o papel educativo da farmácia.

O Farmácia Popular é amplamente conhecido e utilizado, mas ainda há espaço para incrementar adesão e comunicação, aumentando o acesso a medicamentos no Brasil.

O uso de medicamentos no Brasil envolve tanto tratamentos crônicos quanto saúde mental, com uma parcela importante de pessoas tomando remédios regularmente, o que exige acompanhamento próximo.

Medicamentos à base de canabidiol são conhecidos por 81% e considerados uma opção por 78% dos brasileiros, mas com forte dependência de orientação profissional confiável.

Para o dono de farmácia, transformar esse panorama do uso de medicamentos no Brasil em ação passa por três pilares: gestão, serviços e tecnologia.

Gestão para entender quais medicamentos no Brasil giram mais, quanto cada perfil de cliente compra, quais categorias têm mais potencial.

Serviços para orientar quem se automedica, apoiar adesão ao tratamento e acolher dúvidas sobre temas complexos, como saúde mental e canabidiol.

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Tecnologia para integrar canais, controlar estoque, organizar campanhas e acompanhar resultados.

Como o InovaFarma pode apoiar a sua farmácia

Para conseguir aplicar o que o relatório sobre uso de medicamentos no Brasil mostra na prática, sua farmácia precisa de um sistema que ajude a:

  • Enxergar com clareza o giro de medicamentos no Brasil dentro da sua loja, por categoria, laboratório, etc
  • Integrar PDV, estoque, financeiro e canais digitais, acompanhando o comportamento omnicanal
  • Cadastrar e acompanhar pacientes em uso contínuo, facilitando programas de fidelidade, lembretes de recompra e ações ligadas a Farmácia Popular.

O InovaFarma é um sistema de gestão especializado em farmácias que foi desenhado justamente para dar esse suporte: organizar a operação, automatizar processos e transformar dados em decisões mais inteligentes.

Com ele, você consegue conectar o dia a dia da sua loja com o cenário real do uso de medicamentos no Brasil, descrito pelo relatório, e sair do “achismo” para uma gestão guiada por informação.

Demonstração gratuita do sistema InovaFarma

Se você quer ver na prática como o InovaFarma pode ajudar sua farmácia a trabalhar melhor com medicamentos no Brasil, controlar estoque, integrar canais e cuidar melhor dos seus pacientes, solicite uma demonstração gratuita e descubra como dar o próximo passo na profissionalização do seu negócio.

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